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Como Tomar Medicamentos – Solidos Orais

 

Ao deglutir (engolir) a forma farmacêutica sólida para uso Oral percorre o esôfago, que é formado por tecido muscular revestido internamente por uma mucosa e apresenta movimentos peristálticos com aproximadamente 30 cm. Se a forma farmacêutica solida apresentar dificuldades para percorrer o esôfago pode acabar ficando aderido à mucosa e produzir reações variadas como queimação, formação de úlceras ou mesmo estreitamento do esôfago.

A esofagite induzida por drogas vem sendo descrita há muitos anos e hoje se conhece várias substâncias com potencial de causar dano à essa mucosa que surge durante o primeiro mês de uso continuo de um determinado medicamento.

Tome com água2

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Os MIP’s poderão ser vendidos fora do balcão, decide ANVISA.

Após a realização de consulta pública, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou que a partir desta sexta-feira (27) remédios que não precisam de receita médica (M.I.P. – Medicamentos Isentos de Prescrição) voltarão a ficar ao alcance dos consumidores nas farmácias. Uma modificação foi feita pela agência na resolução que determinava a colocação desses medicamentos atrás do balcão. Segundo a nova regra, medicamentos que têm os mesmos princípios ativos precisarão ficar próximos uns dos outros e as farmácias deverão fixar cartazes alertando para os perigos da automedicação.

 

 

fonte: G1

fonte/imagens: GOOGLE

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Decifrando Receitas Médicas

Fiz um Quiz teste para vocês testarem os seus conhecimentos sobre as receitas médicas, é so clicar na imagem abaixo

Decifrando receitas médicas

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Senado aprova venda de medicamentos em supermercados e põe saúde da população em risco

Data: 25/04/2012

O perigo relacionado à venda de medicamentos em supermercados volta a rondar a população brasileira. O Plenário do Senado acaba de aprovar o Projeto de Lei de conversão 7/2012, decorrente da Medida Provisória (MP) 549/2011, facultando a comercialização de MIPs (Medicamentos Isentos de Prescrição), em supermercados, armazéns, empórios e lojas de conveniência. “Estamos perplexos, diante de um retrocesso tão grande que, certamente, colocará em risco a saúde dos brasileiros”, declarou o Presidente do Conselho Federal de Farmácia (CFF), Walter Jorge João. A sua esperança está no veto presidencial. “Acreditamos no bom senso da Presidenta Dilma Rousseff”, declarou.

A MP 549/11 isenta do pagamento do PIS/Pasep e Cofins 22 produtos destinados a pessoas com deficiência. Quando esteve, na Câmara, a MP ganhou um dispositivo do Deputado Sandro Mabel (PMDB-GO), autorizando a venda de medicamentos fora das farmácias e drogarias. Naquela Casa legislativa, o texto de Mabel foi rejeitado por 246 votos a 81 e duas abstenções.

No Senado, onde foi votada e aprovada, hoje (25.04.12), às 17h53, a matéria levou a denominação de MP 549-B. A decisão dos senadores, de acordo com o Presidente do CFF, é “perniciosa”. Segundo ele, medicamento não é uma mercadoria qualquer que possa ser oferecida ao público, sem nenhum controle sanitário. “A decisão do Senado é uma indução à automedicação e ao uso irracional desses produtos”, alertou Walter Jorge.

Mas ponderou que os Senadores podem não ter sido bem orientados, ou não tiveram tempo para conhecer a matéria em sua inteireza, vez que a Medida Provisória traz como foco a isenção da carga tributária para produtos dirigidos a pessoas com deficiência, o que, de fato, tem um grande alcance social. “O problema é que, no meio da MP, foi incluída a venda de medicamentos em supermercados, o que eu inclusive considero um aditivo fora de contexto e que, certamente, não foi observado pelos Senadores”, previu Walter Jorge.

A preocupação do Conselho Federal de Farmácia é quanto aos perigos a que será exposta a população. Dr. Walter Jorge observa que o brasileiro já figura entre os povos que mais se automedicam, situação que gera um alto número de intoxicações medicamentosas.

Vender medicamentos isentos de prescrição, em estabelecimentos não identificados com a saúde, fora do controle sanitário e na ausência do farmacêutico, responsável pela orientação sobre o uso correto desses produtos, segundo o dirigente do CFF, só tem uma explicação: atender ao interesse econômico.

Walter Jorge lembra que, há mais de 20 anos, o setor supermercadista vem pressionando o Legislativo e o Governo, com vistas a obter autorização para comercializar medicamentos, com vistas a aumentar a sua margem de lucro. “Será uma farra do interesse em cima da saúde do povo brasileiro, que passará a comprar medicamento a rodo, motivado por campanhas publicitárias do tipo leve três e pague dois. Mas temos uma grande esperança em que a Presidente Dilma Rousseff vete essa aberração, sob pena de o Governo perder o controle no setor de saúde”, advertiu o Presidente do CFF.

Outra advertência de Dr. Walter Jorge dirigida à população é quanto ao “mito” de que medicamentos isentos de prescrição não fazem muito mal. Ele declara: “Não há um único medicamento que não possa provocar reação adversa, em maior ou menor grau.

O Presidente do CFF lembrou, ainda, que o País está discutindo a logística reversa cujo objetivo é descartar corretamente os medicamentos. É uma ação na qual as farmácias têm um papel preponderante, vez que o descarte seria feito pelos usuários dos produtos, nos estabelecimentos farmacêuticos que, por sua vez, promoveriam a destinação final. “Agora, imagine o leitor se uma mercearia vai promover o descarte correto de medicamentos”, ironizou.

Dr. Walter Jorge adiantou que irá procurar as autoridades sanitárias e as lideranças farmacêuticas, com vistas a desencadear medidas urgentes que levem ao veto presidencial. “Todas as autoridades sanitárias, profissionais da saúde e sociedade estarão unidos em favor do veto presidencial, porque o maior interesse a se defender é o da preservação da saúde da população”, previu o Presidente do CFF.

Fonte: CFF
Autor: Pelo jornalista Aloísio Brandão, Assessor de Imprensa do CFF.

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7ª Aula - Classes de Medicamentos

imageNeste módulo vamos conhecer e discutir sobre as Classes dos Medicamentos. Vamos ver como são classificados os princípios ativos, principalmente os MIP (Medicamentos Isentos de Prescrição) e as suas indicações.

 

 

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Vias de administração

 

5 aulaNeste módulo vamos conhecer e discutir sobre as vias de administração de medicamentos. Entende-se por via de administração de um fármaco o caminho que se elege para fazer chegar esse fármaco até seu ponto final de destino: o alvo celular. Alguns princípios ativos só podem ser administradas por uma unica via e outros, por várias vias.

As vias de administração de farmacos podem ser a grosso modo divididas em: 1) Tópica: efeito local; a substância é aplicada diretamente onde deseja-se sua ação; 2) Enteral: efeito sistêmico (não-local); recebe-se a substância via trato digestivo; 3) Parenteral: efeito sistêmico; recebe-se a substância por outra forma que não pelo trato digestivo.

Nesta aula veremos as principais vias de administração de medicamentos.

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Para cada remédio, um horário ideal

          Os ritmos biológicos nos seres vivos são resultado direto dos fenômenos ambientais periódicos e recorrentes — como as estações do ano, os ciclos lunares, as marés e o ciclo dia/noite. Esses ritmos influenciam todas as funções do organismo, sejam elas fisiológicas, bioquímicas ou psíquicas.

          Sincronizar o horário de um medicamento com o relógio do organismo faz toda a diferença para aumentar sua eficácia e diminuir efeitos colaterais. É o que defende a cronofarmacologia, ramo da ciência que estuda justamente qual é o melhor momento do dia para um paciente tomar cada medicamento.  “Vários estudos mostram que, se tomados na hora certa, alguns remédios vão ser potencializados, enquanto os efeitos colaterais serão menores”, diz a biomédica Regina Pekelmann Markus, professora do Laboratório de Cronofarmacologia do Instituto de Biociências da USP, um dos pioneiros no tema do País.

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O Ministério Público e a Vigilância Sanitária de Cuiabá investigam a venda ilegal de medicamentos de uso controlado e antibiótico

 

O Ministério Público e a Vigilância Sanitária de Cuiabá investigam a venda ilegal de medicamentos de uso controlado e antibióticos em Cuiabá e Várzea Grande. O coordenador da Visa, Wagner Coelho, explica que os comerciantes podem estar envolvidos em roubo de carga, falsificação de produtos, contrabando, descaminho, evasão de divisas e até mesmo tráfico.

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As denúncias relacionadas ao caso, bem como as documentações das fiscalizações, foram encaminhadas ao MP para abertura de inquérito. Coelho relata que o próprio segmento é responsável pelas denúncias porque os consumidores aproveitam-se da facilidade para conseguir o remédio e não têm o interesse em acabar com a ilegalidade.

Em uma das ocorrências, o vendedor entregou ao paciente antibióticos sem exigir a receita, que desde o ano passado deve ter uma via retida. Após o flagrante, os fiscais foram ao local e solicitaram todas as prescrições arquivadas e confirmaram a irregularidade.

Em seguida, procuraram o número do lote do medicamento entre as compras da farmácia e observaram que não constava no estoque declarado. Outra medida foi solicitar as notas dos fornecedores existentes em Mato Grosso e mais uma vez não houve confirmação da origem. A situação, conforme o coordenador, faz com que a Vigilância suspeite que o produto é de contrabando, falsificação ou roubo.

Fonte: Gazeta Digital (Leia o artigo na integra)

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MEDICAMENTOS - BATE PAPO

Periódicamente estarei postando videos tirado da internet com informações sobre medicamentos e de seus usos.

O primeiro é este …

Para se obter melhor resultado de remédios ou medicamentos é importânte tomá-los na dose e na hora certa.

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Este Blog tem a intenção de informar e educar a população em geral e aos profissionais de saúde conhecimento sobre a profissão farmacêutica e sobre medicamentos. As informações contidas neste Blog não devem ser usadas para automedicação e não substituem, em hipótese alguma, as orientações dadas pelo profissional da área médica. Somente o médico está apto a diagnosticar qualquer problema de saúde e prescrever o tratamento adequado. Não tome nenhum medicamento sem orientação médica ou farmacêutica, pode ser perigoso para sua saúde. Na farmácia só o FARMACÊUTICO pode lhe oferecer informações seguras sobre os medicamentos.