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Movimentos para a aplicação de Cremes na Face

 

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Olhos:  Com o dedo anelar, fazer movimentos leves, dedilhando de fora para dentro na pálpebra inferior e de dentro para fora na pálpebra superior .

 

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Testa: Com os dedos anelar e mínimo unidos, fazer movimentos para cima e para fora.

Nariz: Com o dedo anelar, fazer movimentos rápidos para cima e para baixo.

Maçãs do rosto:  Com os dedos mínimo e anelar, fazer movimentos suaves de dentro para fora, em direção às têmporas.

§ Observações gerais:

· Sempre aplicar os cremes com movimentos suaves e circulares ascendentes para o rosto e descendentes para o colo e pescoço.

· Evitar o uso dos dedos médio, indicador e polegar, pois eles exercem demasiada pressão sobre a pele.

· Sempre utilizar as duas mãos para aplicar os cremes e loções.

·

Não expor à luz solar direta, ou ambientes aquecidos.

Manter em ambiente arejado e fresco.

Retire o creme com auxilio da espátula.

Não aplique o creme com outros sem aconselhamento com o seu Dermatologista ou Esteticista.

Manter sempre bem fechado e longe do alcance de crianças e animais

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Calculo de Dosagens de Medicamentos Pediátricos

http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/febre_mon_petit.jpegFerramenta para cálculo de dosagens de formas farmacêuticas em solução oral para idades pediátricas

Os medicamentos de Venda Livre ou Medicamentos Isentos de Prescrição (MIP), também conhecidos como OTC (over-the-counter - sobre o balcão), segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) são aqueles aprovados pelas autoridades sanitárias para tratar sintomas e males menores, disponíveis sem prescrição ou receita médica, desde que utilizados conforme as orientações disponíveis nas bulas e rotulagens. . Entre as vantagens do uso desse tipo de medicamento está a comodidade, já que o paciente não precisa ir ao serviço de saúde para tratar de sintoma já conhecido, exercendo assim, seu direito de atuar de forma responsável sobre sua saúde, com base em diagnósticos médicos anteriores, educação e informação, aconselhamento do farmacêutico ou outros profissionais de saúde e experiência familiar.

Os MIPs representa um avanço no que diz respeito ao direito da população ao autocuidado em saúde, porem, exige que o paciente assuma mais responsabilidade e se exponha a riscos de intoxicações, interações medicamentosas e mesmo o uso indevido relativos aos medicamentos.

Na Resolução 357/01 CFF (Conselho Federal de Farmácia), que estabelece o regulamento técnico das Boas Práticas de Farmácia, conceituou a automedicação responsável como o uso de medicamento não prescrito sob a orientação e acompanhamento do farmacêutico, que deve promover ações que subsidiem o paciente de informações sobre o medicamento, como as possíveis interações, reações indesejável e sobre a terapêutica. O farmacêutico fornece, assim, a orientação necessária sobre a forma de tomar o medicamento, explicando, por exemplo, a importância de ingeri-lo no horário e na dose certos. Com seu papel de educador sanitário, o farmacêutico fornece elementos para que o paciente faça do medicamento uma opção segura e não um abuso, devendo avaliar o paciente e recomendar ou não o uso de MIP para tratamento do transtorno. As classes de medicamentos que mais intoxicam no país, são os benzodiazepínicos, os antigripais, os antidepressivos e os anti-inflamatórios, sendo estes responsáveis por 30,7% das intoxicações em 2007, e vitimaram, em média, mais de 20 crianças por dia.

Em um estudo feito pela Universidade de Sorocaba (ANALGÉSICOS, ANTIPIRÉTICOS E ANTI-INFLAMATÓRIOS NÃO ESTEROIDES EM PRESCRIÇÕES PEDIÁTRICAS) concluiu que mais de 95% das receitas, independente da origem (SUS ou não-SUS), não atenderam aos critérios estabelecidos para avaliação do uso racional, com erros de dose, frequência e duração do tratamento. A análise das prescrições de analgésicos, antipiréticos e anti-inflamatórios não esteroides para crianças não apresentou diferenças significantes nos setores público e privado. No mesmo estudo das 150 receitas analisadas. Ambos os setores prescreveram o medicamento apropriado em aproximadamente 70% das vezes, mas se equivocam na dose, frequência e duração, pois somente 13,6% (SUS) e 24,0% (N-SUS) o fazem na dose adequada; 12,7% (SUS) e 24,0 % (N-SUS) foram feitas com frequência correta e, surpreendentemente, 2,7% (SUS) e 0% (N-SUS) com a duração adequada.

Assim sendo o risco de uma dosagem errada pode acarretar intoxicações ou mesmo efeito sub-terapêutico. Com o intuito de auxiliar nesta tarefa desenvolvi esta Calculadora.

No atendimento ao usuário no balcão da farmácia, chegam receitas medicas que necessitam que sejam realizados cálculos para determinar as quantidades a serem administradas. Erros de medicação tendem a vir da falta de calcular corretamente a dose correta.

Algumas vezes, necessitamos que a dosagem de determinados medicamentos seja baseada no peso do paciente

IMPORTANTE: Todos os cálculos devem ser confirmados antes do uso. Esta calculadora não deverá ser usada para substituir a conduta ou interpretação diagnóstica ou terapêutica, ou seja , estas doses sugeridas não são um substituto para o julgamento clínico. O autor  tenta mostrar os cálculos com o máximo de precisão, porém eles são apenas sugestões que não podem substituir a conduta médica.

  
Dosagem de Medicamentos Pediátricos
Peso em Kg:  
Dose Usual:   a 
Maximo por Dose: mg Dose Maxima Diária: mg
 
Informações sobre a Forma Farmacêutica
Concentração: mg/ mL mg/ mL Gotas por mL:
Conteúdo: mL
 
Posologia = Modo de Tomar
Por Dose Dose Diária 12 em 12 horas 8 em 8 horas 6 em 6 horas
'

RESULTADOS
Tomar a     vezes ao dia

O frasco do medicamento durará aproximadamente entre

  (Dosagem Máxima)  a    (Dosagem Mínima) 


   
   
Resumos dos Cálculos --- Para Estudantes

 

Resultado NÃO ajustado a Dose Maxima por Tomada(Dose)

Dose em relação ao Peso     :    a   mg/dose

 

'

Resultado já ajustado a Dose Maxima por Tomada(Dose)

Dose em relação ao Peso     :    a   mg/dose

Volume em relação ao Peso :    a   mL/dose

Gotas em relação ao Peso    :    a   Gotas/dose

Duração do Frasco:

 

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Como Tomar Medicamentos – Solidos Orais

 

Ao deglutir (engolir) a forma farmacêutica sólida para uso Oral percorre o esôfago, que é formado por tecido muscular revestido internamente por uma mucosa e apresenta movimentos peristálticos com aproximadamente 30 cm. Se a forma farmacêutica solida apresentar dificuldades para percorrer o esôfago pode acabar ficando aderido à mucosa e produzir reações variadas como queimação, formação de úlceras ou mesmo estreitamento do esôfago.

A esofagite induzida por drogas vem sendo descrita há muitos anos e hoje se conhece várias substâncias com potencial de causar dano à essa mucosa que surge durante o primeiro mês de uso continuo de um determinado medicamento.

Tome com água2

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Como Tomar Medicamentos

Imagem1Neste módulo vamos conhecer e discutir sobre como administrar as Formas Farmacêuticas.

O efeito pretendido e as condições do usuário determinam a via de administração e a forma de apresentação dos medicamentos. 

Cada tipo de forma farmacêutica exige cuidados específicos no manuseio e administração.

Para se obter o máximo de benefícios do tratamento com medicamentos, é necessário usá-los corretamente. Se um medicamento for usado de maneira incorreta, pode não desenvolver o efeito terapêutico desejado. Na verdade, administração imprópria pode ser perigosa, já que alguns medicamentos podem ser tóxicos se forem usados incorretamente.

Nesta aula vamos comentar sobre uso correto de vários tipos de medicamentos, incluindo comprimidos, cápsulas, líquidos, aerossois, sprays, adesivos e outros.

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Vias de administração

 

5 aulaNeste módulo vamos conhecer e discutir sobre as vias de administração de medicamentos. Entende-se por via de administração de um fármaco o caminho que se elege para fazer chegar esse fármaco até seu ponto final de destino: o alvo celular. Alguns princípios ativos só podem ser administradas por uma unica via e outros, por várias vias.

As vias de administração de farmacos podem ser a grosso modo divididas em: 1) Tópica: efeito local; a substância é aplicada diretamente onde deseja-se sua ação; 2) Enteral: efeito sistêmico (não-local); recebe-se a substância via trato digestivo; 3) Parenteral: efeito sistêmico; recebe-se a substância por outra forma que não pelo trato digestivo.

Nesta aula veremos as principais vias de administração de medicamentos.

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Para cada remédio, um horário ideal

          Os ritmos biológicos nos seres vivos são resultado direto dos fenômenos ambientais periódicos e recorrentes — como as estações do ano, os ciclos lunares, as marés e o ciclo dia/noite. Esses ritmos influenciam todas as funções do organismo, sejam elas fisiológicas, bioquímicas ou psíquicas.

          Sincronizar o horário de um medicamento com o relógio do organismo faz toda a diferença para aumentar sua eficácia e diminuir efeitos colaterais. É o que defende a cronofarmacologia, ramo da ciência que estuda justamente qual é o melhor momento do dia para um paciente tomar cada medicamento.  Vários estudos mostram que, se tomados na hora certa, alguns remédios vão ser potencializados, enquanto os efeitos colaterais serão menores”, diz a biomédica Regina Pekelmann Markus, professora do Laboratório de Cronofarmacologia do Instituto de Biociências da USP, um dos pioneiros no tema do País.

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Este Blog tem a intenção de informar e educar a população em geral e aos profissionais de saúde conhecimento sobre a profissão farmacêutica e sobre medicamentos. As informações contidas neste Blog não devem ser usadas para automedicação e não substituem, em hipótese alguma, as orientações dadas pelo profissional da área médica. Somente o médico está apto a diagnosticar qualquer problema de saúde e prescrever o tratamento adequado. Não tome nenhum medicamento sem orientação médica ou farmacêutica, pode ser perigoso para sua saúde. Na farmácia só o FARMACÊUTICO pode lhe oferecer informações seguras sobre os medicamentos.